27/10/13

Hidroterapia Iónica, ajuda no cancro, avc, diabetes, etc…

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Sistema imunitário baixo é porta de entrada para doenças graves e a Hidroterapia Iónica ajuda na reabilitação do mesmo.

Electromagnetismo

O electromagnetismo é o nome da teoria unificada desenvolvida por James Maxwell para explicar a relação entre a electricidade e o magnetismo. Esta teoria baseia-se no conceito de campo electromagnético. Denomina-se Electromagnetismo a disciplina científica que estuda as propriedades eléctricas e magnéticas da matéria e em especial, as relações que se estabelecem entre elas. Quando o campo electromagnético é estacionário não há propagação de informação através do espaço. São exemplos de campos electromagnéticos variáveis as ondas de rádio, as microondas, a luz, os raios X, e os raios gama. James Clerk Maxwell foi um físico britânico que demonstrou que as forças eléctricas e magnéticas são dois aspectos diferentes do mesmo fenómeno, o electromagnetismo. Maxwell mostrou que os campos magnético e eléctrico atravessam o espaço, sob a forma de ondas, à velocidade da luz. Defendeu que luz é uma forma de radiação electromagnética. A electricidade é um fenómeno físico originado por cargas eléctricas estáticas ou em movimento e por sua interacção. Se a carga se desloca, produz também forças magnéticas. Há dois tipos de cargas eléctricas, chamadas positivas e negativas. As cargas eléctricas de mesmo sinal repelem-se e quando de sinais contrários atraem-se. A electricidade está presente em algumas partículas sub-atômicas. A partícula mais leve que leva carga eléctrica é o eléctron, que transporta uma unidade de carga. Os átomos em circunstâncias normais contem eléctrons, e frequentemente os que estão mais afastados do núcleo desprendem-se com muita facilidade. Em algumas substâncias, como os metais, proliferam os elétrons livres. Desta maneira, um corpo fica carregado electricamente devido à reordenação dos eléctrons. Um átomo normal tem quantidades iguais de carga eléctrica positiva e negativa, portanto é electricamente neutro. A quantidade de carga eléctrica transportada por todos os eléctrons do átomo, que por convenção são negativas, está equilibrada pela carga positiva localizada no núcleo. Se um corpo contém um excesso de eléctrons ficará carregado negativamente. Ao contrário, com a ausência de eléctrons, um corpo fica carregado positivamente, devido ao facto de que há mais cargas eléctricas positivas no núcleo. Para explicar a existência dessas forças adoptou-se a noção de campo eléctrico criado em torno de uma carga, de modo que a força eléctrica que vai actuar sobre outra carga distanciada da primeira, corresponde ao produto da quantidade de carga desta primeira por uma grandeza chamada intensidade de campo eléctrico. Quando o campo electromagnético é variável, há propagação das modificações desde a fonte do campo magnético através do espaço sob a forma de uma onda. Quando uma carga se encontra em repouso, produz forças sobre outras situadas à sua volta.
Os fenómenos electromagnéticos são produzidos por cargas eléctricas em movimento.
Criado em torno de uma carga, de modo que a força eléctrica que vai actuar sobre outra carga distanciada da primeira, corresponde ao produto da quantidade de carga desta primeira por uma grandeza chamada intensidade de campo eléctrico. A energia que este campo transmite à unidade de carga chama-se potencial eléctrico e geralmente mede-se em volts. No decorrer do século XIX, as experiências de Örsted e Ampére demonstraram a influência que as correntes eléctricas exercem sobre os materiais imantados, enquanto Faraday e Joseph Henry determinaram a natureza das correntes eléctricas induzidas por campos magnéticos variáveis no espaço. Os resultados das suas pesquisas, fundamento da indução electromagnética, constituem a base do electromagnetismo. Outros postulados enunciam a existência de dois pólos eléctricos, positivo e negativo, independentes e separados, e de dois pólos magnéticos inseparáveis de nomes diferentes (norte e sul). Ampere, estimulado pelas descobertas de Örsted, aprofundou-se na pesquisa das forças magnéticas provocadas nas proximidades de uma corrente eléctrica e demonstrou que esses impulsos se incrementam na razão directa da corrente e na razão inversa da distância ao fio pelo qual ela circula. Comprovou, além disso, que as forças induzidas estão em grande medida condicionadas pela orientação do fio condutor. Coube a Ampere, a partir de seus trabalhos sobre correntes eléctricas, expor a teoria da existência de partículas eléctricas elementares que, ao se deslocar no interior das substâncias, causariam também os efeitos magnéticos. Por outro lado, Faraday introduziu a noção de campo, que teve logo grandea ceitação e constituiu um marco no desenvolvimento da física moderna. Os múltiplos trabalhos teóricos sobre o electromagnetismo culminaram em 1897, quando Sir Joseph John Thomson descobriu o electrão, cuja existência foi deduzida do desvio dos raios catódicos na presença de um campo eléctrico. O conceito de onda electromagnética, apresentado por Maxwell em 1864 e confirmado experimentalmente por Heinrich Hertz em 1886, é utilizado para demonstrar a natureza electromagnética da luz. Quando uma carga eléctrica se desloca no espaço, a ela associa-se um campo eléctrico e outro magnético, interdependentes e com linhas de força perpendiculares entre si. O resultado desse conjunto é uma onda electromagnética que emerge da partícula e, em condições ideais - isto é, sem a intervenção de qualquer factor de perturbação – move-se a uma velocidade de 299.793km/s, em forma de radiação luminosa. A energia transportada pela onda é proporcional à intensidade do campo eléctrico e magnético da partícula emissora e fixa as diferentes frequências do espectro electromagnético.

Terapia do Campo Magnético

O uso de dispositivos eléctricos, que geram campos magnéticos controlados, tem muitas aplicações médicas e demonstrou ser um meio eficaz para tratar doenças(sofrimentos humanos). Em 1974, o investigador Albert Roy Davis, Ph.D., descobriu que as polaridades magnéticas positivas e negativas têm efeitos diversos em sistemas biológicos dos animais e de seres humanos. "Robert Becker, M.D., cirurgião ortopédico e autor de numerosos artigos e de livros científicos, descobriu que as correntes eléctricas fracas promovem o tratamento de ossos quebrados. “A terapia do campo magnético pode ser usada com eficácia para o tratamento de: cancro, doença reumática, dores de cabeça, enxaquecas, problemas de distúrbios do sono e insónia, fracturas, dores e problemas circulatórios.” A energia electromagnética e o corpo humano têm uma correlação válida e importante. A terapia do campo magnético pode ser usada para diagnosticar e tratar desordens físicas e emocionais. Este processo pode, em alguns casos, retardar o ciclo de novas doenças. Os dispositivos electromagnéticos da terapia são usados para eliminar a dor , para facilitar o tratamento das fracturas e para parar os efeitos do stress.
Cientificamente sabe-se que os campos magnéticos externos podem afectar o corpo que funciona de maneiras positivas e negativas.

Como trabalha a terapia do campo magnético?

"O potencial do curativo dos magnetos é possível porque o sistema nervoso do corpo humano é governado em parte, por padrões variantes decorrentes iónicas e de campos electromagnéticos," relata o Dr. Zimmerman, Presidente do Instituto Bio-Electro Magnetics.
Os campos magnéticos produzidos por dispositivos electromagnéticos são capazes de penetrar no corpo humano e afectar o funcionamento do sistema nervoso, órgãos e células. De acordo com William H. Philpott, M. D., de Chooctaw, Oklahoma, um autor e investigador Bio-Magnético, os campos electromagnéticos podem estimular o metabolismo e aumentar a quantidade de oxigénio disponível nas células. Quando são usados apropriadamente, a terapia de campos electromagnéticos não têm efeitos secundários negativos. Todos os magnetos têm dois pólos: um é chamado positivo e o outro negativo.
A fricção das ondas na areia liberta íons negativos, benéficos para a saúde. As ondas electromagnéticas criam precisamente o mesmo ambiente/efeito como se estivéssemos a andar na praia, mas bastante mais forte, porque os nossos pés estão em contacto directo com os íons que estão a ser produzidos nesse momento na água.

. Stress

Os campos magnéticos negativos têm um efeito calmante e induz o sono ao cérebro e outras funções corporais, devido á estimulação da produção da hormonamelanina, de acordo com o Dr. Philpott. Sabe-se que a melanina causa um efeito contra o stress, contra o envelhecimento, as infecções e o cancro , e tem o controlo sobre a respiração e a produção de radicais livres. Um radical livre é uma molécula altamente destrutiva a qual necessita de um electrão, e facilmente reage com outras moléculas, isto pode levar ao envelhecimento das células, ao endurecimento do tecido muscular, envelhecimento da pele e no geral, á diminuição da eficiência das sínteses da proteína. Há literalmente centenas de doenças que são relacionadas com stress, infecções e o envelhecimento.

. Infecções Bacterianas, Fungos e Vírus

"Um campo magnético negativo pode funcionar como um antibiótico e ajudar a destruir infecções bacterianas, Fungos e Vírus," diz oDr. Philpott, " promovendo a oxigenação e diminuindo a acidez do corpo”. "Ambos os factores são benéficos para as funções normais dos corpos mas prejudiciais para os micro organismos patogénicos (causas das doenças), os quais não sobrevivem a uma atmosfera muito oxigenada e alcalina. O Dr. Philpott diz que o valor biológico do oxigénio é incrementado pela influência de um campo magnético negativo, e que o campo electromagnético, provoca no ADN (ácido desoxirribonucleico),uma maior transferência de oxigénio às células, proveniente do fluxo sanguíneo.
O campo electromagnético negativo mantém a capacidade de armazenamento do sistema celular (pH, o balanço ácido-base) intacto, de modo que as células possam permanecer alcalinas.

O alívio da dor

Um campo magnético negativo normaliza as funções metabólicas alteradas que causam condições dolorosas como o edema celular (inchamento das células) ,acidose celular (excessiva acidez das células), falta do oxigénio e funcionamento nas células.
" Devido aos campos magnéticos não introduzirem nenhuma substância estranha dentro do corpo, o Dr. Philpott pensa que, será mais seguro a longo prazo do que a aspirina e outros medicamentos. "A força natural dentro de cada um de nós é a melhor medicina para doenças " –Hipócrates

A Química da Água

. A polaridade da água

A água tem uma estrutura molecular simples, é composta por um átomo de oxigénio e dois átomos de hidrogénio. Cada átomo de hidrogénio liga-se de uma forma covalente ao átomo de oxigénio, compartilhando com ele um par de electrões. O oxigénio também tem um par de electrões não compartilhados. Assim, há 4 pares de electrões em torno do átomo de oxigénio, dois deles envolvidos nas ligações covalentes com o hidrogénio e dois pares não-compartilhados no outro lado do átomo de oxigénio. O átomo de oxigénio é mais "electronegativo" que o átomo de hidrogénio, ou seja, tem mais "afinidade" pelos electrões. A água é uma molécula "polar", o que quer dizer que ela tem uma distribuição desigual da densidade de electrões. A água tem uma carga negativa parcial, junto ao átomo de oxigénio, por causa dos pares de electrões não-compartilhados, e tem cargas positivas parciais, junto aos átomos de hidrogénio. Uma atracção electrostática entre as cargas positivas parciais dos átomos de hidrogénio e a carga negativa parcial do átomo de oxigénio resulta na formação de uma ligação ou "ponte" de hidrogénio.
A habilidade dos íons e de certas moléculas de se dissolver na água é devida à polaridade. Por exemplo, o Cloreto de Sódio (Sal) na sua forma cristalina é também dissolvido em água.
Várias propriedades peculiares da água são devidas às pontes de hidrogénio. Por exemplo, o gelo flutua porque as ligações de hidrogénio mantêm as moléculas de água mais afastadas no sólido do que no líquido, onde há uma ligação hidrogénio amenos por molécula. Também são devidas às ligações hidrogénio as propriedades físicas singulares da água, que incluem um elevado calor de vaporização, uma forte tensão superficial, um alto calor específico e propriedades solventes quase universais. O efeito hidrofóbico, ou seja, a exclusão de compostos contendo carbono e hidrogénio (compostos apolares), é outra propriedade da água causada pelas ligações de hidrogénio. O efeito hidrofóbico é particularmente importante na formação das membranas celulares. A melhor descrição desse efeito é dizer que a água "comprime" as moléculas apolares mantendo-as juntas.

Ácidos, Bases e Ionização da Água

Ácidos libertam H+
Bases aceitam H+

O pH de uma solução é definido como o logaritmo negativo da concentração de íons de hidrogénio.

. em pH 7,0 a solução é neutra;
. em valores inferiores de pH (1-6), a solução é ácida;
. em valores superiores de pH (8-14), a solução é alcalina (básica)

O ponto central é 7, onde as concentrações de H+ e OH- são iguais. Uma solução com pH 7, por exemplo a água pura, é neutra. Uma solução com mais H+ que OH-,é ácida e tem pH abaixo de 7. Uma solução com mais OH- que H+, é básica (alcalina) e tem um pH acima de 7. O sangue humano mantém um pH entre 7,35 –7,45. O Cloreto de Sódio (sal) aumenta a condutividade eléctrica da água, daí diminui a resistência eléctrica da mesma, em consequência, a corrente eléctrica é conduzida em maior intensidade, medida em Amperes

Lei de Ohm e Lei de Joule

Uma das leis fundamentais da electrotecnia é a Lei de Ohm, segundo a qual um condutor sujeito a uma diferença de potencial (U) entre dois pontos é percorrido por uma corrente eléctrica (I) determinada pela seguinte relação:

U - é a diferença de potencial entre os dois pontos de contacto e exprime-se em Volt.
R - é a resistência do corpo condutor e exprime-se em Ohm.
I - é a intensidade da corrente e exprime-se em Ampere.

Aplicada ao corpo humano a Lei de Ohm funciona da mesma maneira: Quando dois pontos do corpo humano ficam sujeitos a uma diferença de potencial há uma passagem de corrente que, dependendo da sua intensidade e do tempo de passagem, pode ser benéfica para o Organismo Humano. Sabe-se que o corpo humano tem na sua constituição 60 a 70% de água, e que a água é um bom condutor eléctrico, a resistência oposta à passagem da corrente eléctrica pelo corpo humano é essencialmente assegurada pela resistência da pele; quando esta está húmida ou molhada a sua resistência diminui, facilitando a passagem da corrente. O aquecimento dum condutor percorrido por uma corrente eléctrica é conhecido por efeito de Joule. A quantidade de energia libertada sob a forma de calor é proporcional:

. à resistência R do condutor;
. ao quadrado da intensidade da corrente I
. ao tempo t durante o qual passa a corrente.

Se R é expresso em Ohm, I em Ampere (A) e t em segundos (s), obtém-se a quantidade de energia W em Joule (J).
O Joule é a unidade de trabalho e de energia definida pelo Sistema Internacional de Unidades (S.I.). Como o Joule é uma unidade muito pequena utilizam-se normalmente os seus múltiplos. Em energia eléctrica utiliza-se o kiloWatthora (kWh):
Como a qualquer corpo condutor, o efeito de Joule aplica-se também ao corpo humano. A terapia de desintoxicação por electrólise faz com que resulte uma drenagem devido a diferenças de potenciais eléctricos entre o campo electromagnético e o corpo humano. Esta terapia é realizada mediante a imersão dos pés num banho electrostático que requer uma solução ionizada para que se feche o circuito eléctricodos electrizados. Mediante a ionização, devido à movimentação de íons negativos, o organismo consegue um bem-estar geral.

Como se formam as ligações químicas

Os átomos são electricamente neutros, porque os números de prótons, positivamente carregados, são iguais ao número de eléctrons, negativamente carregados. Quando um átomo ganha ou perde eléctrons, este equilíbrio é perturbado. Se o átomo ganha eléctrons, ele adquire uma carga total negativa. Se o átomo perde eléctrons, ele adquire carga total positiva. Uma partícula com uma carga negativa ou positiva é chamada íon, que é simbolizado escrevendo-se a abreviação química do elemento seguida do número de cargas positivas (+) ou negativas (-) que o íon adquire.

Como se formam as ligações químicas

. Corrente contínua

Corrente contínua (CC ou, em inglês, DC) é o fluxo constante e ordenado de eléctrons sempre na mesma direcção. Esse tipo de corrente é gerado, por exemplo, por baterias de 6, 12 ou 24V.

. Moléculas

Uma molécula é um conjunto electricamente neutro de dois ou mais átomos unidos por pares compartilhados de eléctrons (ligações covalentes) que se comportam como uma única partícula. Uma substância que apresente somente ligações covalentes e formada por moléculas discretas é chamada de substância molecular cuja ligação suficientemente forte caracteriza como uma identidade estável. A molécula é a menor parte de uma substância pura, que mantém as suas características de composição e propriedades químicas. Pode ser formada por um único átomo como o hélio (He), por mais de um átomo do mesmo elemento como o oxigénio (O2), ou por átomos de elementos diferentes, por exemplo, a água (H2O). Muitas substâncias familiares são feitas de moléculas (por exemplo açúcar, água, e a maioria dos gases) enquanto muitas outras substâncias igualmente familiares não são moleculares na sua estrutura (por exemplo sais, metais, e os gases nobres).
Quando se iniciou o estudo e formulação da teoria atómica, era dado o nome de átomo a qualquer entidade química que poderia ser considerada fundamental e indivisível. As observações no comportamento dos gases levaram ao conceito de átomo como unidade básica da matéria e relacionada ao elemento químico, desta forma, houve uma distinção da molécula como "porção fundamental de todo o composto", obtida pela união de vários átomos por ligações de natureza diferentes.
Basicamente, o átomo abriga no seu núcleo partículas elementares de carga eléctrica positiva (prótons) e neutra (neutrons), este núcleo atómico é rodeado por uma nuvem de eléctrons em movimento contínuo (electrosfera). A maioria dos elementos não são estáveis, por isso, quando dois átomos se aproximam, há uma interacção das nuvens electrónicas entre si. Esta interacção também se dá com os núcleos dos respectivos átomos, isto acaba por torná-los estáveis. Os átomos ligam-se e formam agregados de moléculas. A natureza das moléculas determina as propriedades químicas das substâncias, caracterizam-se pela natureza dos átomos que as integram, pela relação de proporção entre esses átomos e pelo seu arranjo dentro de si. Uma ligação entre dois átomos de hidrogénio e um de oxigénio (H2O), forma uma molécula de água; dois átomos de cada um desses mesmos elementos produzem peróxido de hidrogénio (H2O2), vulgarmente chamado de água oxigenada, cujas propriedades são diferentes da água.
Os átomos também se ligam em proporções idênticas, mas podem formar isómeros, que são moléculas diferentes. A distribuição espacial dos átomos que formam uma molécula depende das propriedades químicas e do tamanho destes. Quando muito electronegativos os átomos formam ligações classificadas como covalentes, pois apresentam aspecto equilibrado e simétrico. Se houver maior afinidade sobre os eléctrons compartilhados, a distribuição espacial é deformada e modificam-se os ângulos da ligação, que passa a ser polar. Nas ligações covalentes, os conceitos de orbital molecular e orbital atómico são fundamentais. No caso das substâncias iónicas, é nítida a diferença no que se refere à força de atracção entre os eléctrons, estes deslocam-se de um átomo para outro. No caso do sal de cozinha, (cloreto de sódio - NaCl), no estado sólido, consiste de íons positivos de sódio e íons negativos de cloro. As forças eléctricas existentes entre esses íons formam os seus cristais

. Átomo

Um átomo é a menor porção em que pode ser dividido um elemento químico, mantendo ainda as suas propriedades físico-químicas mínimas. Os átomos são os componentes básicos das moléculas e da matéria comum. São compostos por partículas subatómicas. As mais conhecidas são os prótons, os neutrons e os eléctrons. O átomo é a unidade fundamental da matéria, o que significa dizer que toda matéria é constituída de átomos.

. Electron

O elétron ou electrão é uma partícula sub-atómica de carga negativa. No modelo padrão ele é um lépton, junto com o muão o tau e os respectivos neutrinos. O electrão foi proposto como partícula sub-atômica por J. J. Thompson em 1897. O electrão é responsável pelo balanceamento da carga dos átomos. Os eléctrons apresentam uma carga eléctrica muito pequena e o seu movimento gera corrente eléctrica. Como resultado final temos um efeito sobre o corpo humano, nas actividades químicas e consequentemente fisiológicas.

. Neutron

O neutron é necessário para a estabilidade de quase todos os núcleos atómicos (a única excepção é o hidrogénio), já que a força nuclear forte faz com que se atraia por neutrons e prótons, mas não seja repelido por nenhum, como acontece com os prótons, que se atraem nuclearmente mas se repelem eletrostaticamente. O neutron não tem carga eléctrica e é ligeiramente mais pesado que o próton.

. Próton

Um próton ou protão é uma partícula sub-atómica que faz parte do núcleo de todos os elementos. Em 1886, o físico alemão Eugen Goldstein criou um tubo e observou que, quando ocorriam descargas eléctricas através do tubo contendo um gás rarefeito, surgiam raios que apresentavam massa e cargas eléctricas positivas. Esses raios foram denominados de raios canais. Posteriormente, o inglês Ernest Rutherford verificou que os raios canais originários do hidrogénio possuíam a menor carga positiva conhecida até então. A essa unidade electricamente carregada positivamente deu-se o nome de próton. O eléctron (tem carga eléctrica negativa) apresenta a mesma carga que o próton (tem carga eléctrica positiva) Entretanto, é 1836 vezes mais leve.

. Íon

Um íon, ou ião é, geralmente, um átomo ou molécula carregada electricamente. Íons carregados negativamente são conhecidos como anions, ou aniões (que são atraídos para ânodos), enquanto íons carregados positivamente são conhecidos como cations, ou catiões (que são atraídos por cátodos).
Campos Científicos
Em química, um ião é uma molécula ou átomo electricamente carregado, que ganhou ou perdeu electrões do seu complemento normal num processo conhecidc omo ionização. No nosso equipamento, a ionização é induzida através de corrente eléctrica. Os iões foram pela primeira vez teorizados por Michael Faraday por volta de 1830,para descrever as porções de moléculas que viajam quer para um anião, quer para um catião. No entanto, o mecanismo através do qual o fenómeno se processa só foi descrito em 1884 por Svante August Arrhenius na sua tese de doutoramento na Universidade de Uppsala. A teoria de Arrhenius no início não foi aceite (conseguiu o doutoramento com a nota mais baixa), mas acabou por ganhar o Prémio Nobel de Química em 1903 pela mesma dissertação.

. Ionização

É um processo em que há uma quebra da ligação molecular, mediante o qual se produzem íons, átomos ou moléculas electricamente carregadas, quando a molécula H2O perde o átomo de hidrogénio, o remanescente da molécula OH passa a ser de carga negativa. Estando a água repleta de milhões de íons negativos, estes em contacto com o nosso corpo começam a neutralizar os resíduos tóxicos ácidos, os quais afectavam negativamente o nosso organismo. O nosso organismo para estar com “saúde” deverá ter um pH alcalino/neutro.

Como por exemplo:

A alteração eléctrica desloca-se mais rapidamente do que a própria frente atmosférica, razão pela qual horas ou dias antes da tormenta eléctrica o ar está carregado com excesso de íons positivos. Isto provoca mudanças de conduta nos humanos, nos animais domésticos e nos insectos. Parte da previsão das alterações atmosféricas nas zonas rurais, consiste em observar que o gado está inquieto e os insectos picam mais que o habitual, isto significa que se avizinha uma tormenta.
O efeito dos íons é sentido de maneira generalizada nas cidades, e de maneira esporádica nos núcleos rurais, quando venta. Depois da tormenta, o estado eléctrico equilibra-se, acalmando os seres vivos. A razão está no aumento do número de íons negativos. A quantidade de íons positivos ou negativos afectam a química do corpo dos seres vivos.
A água nas montanhas, através dos regatos e outros modos de escoamento vai libertando durante a fricção íons negativos: os íons positivos permanecem nas gotas maiores, e os íons negativos flúem sobre a pulverização que se forma nos choques de água (gotículas minúsculas de água).

. Polaridade

Sentido assumido por uma tensão em relação a um referencial. Diz-se também dos terminais positivo e negativo de uma pilha, bateria, fonte de alimentação, etc

. Bipolaridade

A noção de bipolaridade, é a ideia de que todos os fenómenos, alimentos incluídos, têm qualidades energéticas, metafísicas e de que a harmonia relativa é conseguida quando "equilibramos" estes dois pólos no nosso organismo.

. Base

Composto que se dissolve em água para formar iões hidróxido (OH-). Uma solução aquosa de uma base tem sempre um pH superior a 7. As soluções aquosas formadas por uma base têm a designação de soluções alcalinas.

. Electrolise

A electrólise é um processo que separa os elementos químicos de um composto através do uso da electricidade. De maneira sumária procede-se primeiro à decomposição (ionização ou dissociação) do composto em íons e, posteriormente com a passagem de uma corrente contínua através destes íons são obtidos os elementos químicos. Em muitos casos, dependendo da substância a ser electrolisada e do meio em que ela ocorre, além de formar elementos ocorre também a formação de novos compostos. O processo da electrólise é uma reacção de oxiredução oposta aquela que ocorre numa célula electrolítica sendo, portanto, um fenómeno físico-químico não espontâneo. A palavra electrólise é originária; electro (electricidade) e lisis (decomposição).

Equipamento de hidroterapia Iónica

Trata-se de uma metodologia corretora das disfunções bioenergéticas do corpo humano que entende a sua estrutura em três partes fundamentais e interdependentes:

1.Complexo orgânico
2.Complexo psicológico
3.Complexo bioenergético

Quando ligamos o aparelho de Hidroterapia Iónica estamos a fazer passar a corrente contínua na água, por consequência, o fluxo de electrões ioniza negativamente os átomos da água.

O Sistema Electrónico do equipamento de Hidroterapia Iónica, em conjugação com a condutividade da água, potenciada pelo Cloreto de Sódio, cria um campo electromagnético, que de forma programada, muda de polaridade e promove, de forma homogénea, a estimulação das células e centros nervosos, que rejeitam a acumulação de toxinas, trazendo de volta o equilíbrio natural, proporcionando um bem-estar global.

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